22.9.17

Wuthering Heighs...


Do vento lá fora... da Catherine e do Heathcliff... do primeiro dia do outono... deixar cair folhas... pensamentos... de reler, de ir buscar... de encontrar...



19.9.17

"All things appear and disappear because of the concurrence of causes and conditions.
Nothing ever exists entirely alone.
Everything is in relation to everything else."

21.5.17

Azul

Voltei a casa.

Não foi uma decisão simples... foi preciso muita coisa. Foi necessário tempo, espaço... sanidade, deliberação...

Sou uma pessoa de afectos, de raízes, de pessoas... desde que fui mãe que todo o afastamento me doía e me magoava de uma forma muito mais aguda do que antes.

O Médio Oriente não é uma zona fácil. A mentalidade é diferente, o estilo de vida, as pessoas, o clima... em nada se parece com a Europa o que torna tudo ainda mais complicado.

Não há céu azul. Há céu azul com uma camada de pó... assim simples. Não há céu azul.

Quando não há céu viramo-nos para onde?

É nessa altura que respiramos e enchemos os pulmões de ar e decidimos que precisamos de ir. A partir do momento em que decidimos tudo acontece... proposta de trabalho nos timings certos com as condições certas, obras, casa... deixar tudo entregue e a vida ali, resolvida.

Aprendi a todos os níveis. Cresci muito a todos os níveis. Estou grata pela oportunidade, mas há sempre um tempo para parar, para fechar.

O meu chegou ali ao fim e recomeça aqui. Confuso, cansada, em adaptação, mas feliz.

Há azul. Basta-me.

7.5.17

Mães e o dia delas...

Segundo dia da mãe como mãe.
Na verdade ainda acordo a pensar na minha mãe e que é o dia dela. Só depois é que me "cai a ficha" e me apercebo que já sou mãe. Que tenho a minha pessoa pequena que grita "mamã" (normalmente em loop!!!!!).

Quase todas as mães são as melhores do mundo. São nossas. O nosso porto seguro, aquela que nos conhece desde sempre, que acerta no nosso humor, nas nossas vontades... até ser mãe a ideia do exemplo (de ser exemplo), fazia me sentido, mas agora vejo que a minha filha começa a imitar me. Começa a fazer coisas que faço e que nem me apercebo que faço... quando a vejo fazer entendo que me imitou (ou ao pai).

A minha mãe é fantástica. Tem os seus lados menos brilhantes como todos, mas é extraordinária em força e determinação. Na forma como se dá aos outros, à vida... quando a vejo revejo a minha avó. Linda, enorme, cheia de vida.

A minha avó foi sempre o pilar de tudo. A cola, a força, a vontade. Foi a independência e a presença constante.

Se a minha mãe é a melhor mãe do mundo é porque teve o exemplo da melhor. Se eu conseguir ser parte do que é a minha mãe, talvez possa a minha filha dizer um dia que eu sou a melhor mãe do mundo (na verdade somos todas)!

Feliz dia da mãe e dos filhos por esse mundo fora. Um beijinho especial para quem já não a pode abraçar ou quem nunca conseguiu fazê lo. Esses sim, são dignos de uma admiração sem limites... "Quem tem uma mãe tem tudo"!

6.4.17

Resoluções

Uma das minhas resoluções de ano novo era não abandonar este blogue. Era escrever mais do que o ano passado.

O ano passado foi um ano diferente. Foi um ano cheio de tudo o que é novo. O amor é agora incondicional e absoluto, o cansaço maior, a responsabilidade,...

Foi um ano em que me senti perdida e achada, sozinha e acompanhada, forte e fraca. Nem sempre foi fácil esta dualidade, na verdade houve alturas muito pesadas e doridas.

Não sou de queixas e talvez por isso ainda não tenha vindo aqui escrever, porque só agora consigo olhar para o que foi e ver o quanto me superei e o orgulho que tenho nas minhas escolhas e nas minhas decisões.

Ganhei uma experiência incrível a todos os níveis que nunca me abandonará. Ficou provado mais uma vez que as minhas pessoas são sempre minhas e que não há distância que acabe com isso.

Começou a Primavera e com ela as limpezas. Tão bom!

Venha de lá o novo e as mudanças! Estou pronta!

2.1.17

2017

Ontem saíram estas. Venha 2017. Venha mais vida. Cá estamos e estaremos. Let's do this!

18.7.16

Ontem há 15 anos..

Ontem há 15 anos nasceu um bebé que me encheu a vida, o tempo e os braços. Ontem há 15 anos o nosso grupo passou a rodar à volta dos horários daquele bebé pequenino e cor de rosa.
A aldeia criou o bebé... uma miúda linda, atenta, meiga, divertida, inteligente, forte, compreensiva.. tens tantas qualidades e és tão especial que não me chega este corpo para o orgulho que tenho dentro por ter participado nesse teu crescimento.
Parabéns ao super hiper pai sempre e todos os dias pela dedicação e pelo exemplo. Não sabes como agora me é essencial lembrar me de ti tantas vezes ao dia e pensar "como é que ele fez isto sozinho?"!
Saudades aos milhões dos dois venha mais um ano cheio de sorrisos vossos!