Há ausências... vontades nulas, abafadas e sem nexo.
Depois começou o Outono, tempo de recolher, de deixar cair...
Cascas, folhas, venha o que vier... a preparação para o frio, para o mau tempo e para um caminhar lento... fico sempre lenta, resistente neste tempo...
Seja!
28.9.12
21.8.12
Curiosidades
É curioso como acabamos por voltar sempre a algo que nos fez feliz... talvez se evite durante algum tempo porque é preciso respirar.
É possível que o afastamento seja necessário por mil e uma razões... válidas ou pouco válidas. No entanto... é um facto que vicia a facilidade e a simplicidade das coisas.
Porque já foi complicado e depois descomplicou... e descomplicou porque há afastamento e distância.
Mas depois há o "sabor a casa" o "saber a ti" que é bom. É confortável. É jogar do mesmo lado do campo, com as mesmas piadas e as mesmas conversas... é simples ser e estar e é isso que me faz feliz.
É curioso como no decorrer dos anos (e já são muitos...) se aprofundam as pessoas, os comportamentos... mas se aprofunda também o que já era, porque é e será... feliz ou infelizmente simples!
Feliz... felizmente simples e confortável... curioso!
É possível que o afastamento seja necessário por mil e uma razões... válidas ou pouco válidas. No entanto... é um facto que vicia a facilidade e a simplicidade das coisas.
Porque já foi complicado e depois descomplicou... e descomplicou porque há afastamento e distância.
Mas depois há o "sabor a casa" o "saber a ti" que é bom. É confortável. É jogar do mesmo lado do campo, com as mesmas piadas e as mesmas conversas... é simples ser e estar e é isso que me faz feliz.
É curioso como no decorrer dos anos (e já são muitos...) se aprofundam as pessoas, os comportamentos... mas se aprofunda também o que já era, porque é e será... feliz ou infelizmente simples!
Feliz... felizmente simples e confortável... curioso!
8.8.12
Tudo...(pela Sophia)
Tudo me é uma dança em que procuro
A posição ideal,
Seguindo o fio dum sonhar obscuro
Onde invento o real.
À minha volta sinto naufragar
Tantos gestos perdidos
Mas a alma, dispersa nos sentidos,
Sobe os degraus do ar...
(Tudo - Sophia de Mello Breyner Andresen)
Suspenso!
Era só o silêncio... um silêncio fixo, preso...
O Mundo estava pronto. Preparado. Cada coisa na posição certa à espera do início. O Sol, a Lua, as marés... tudo esperava.
O Mundo inteiro estava preparado e suspenso.
Era a isso que se agarrava. Ao tempo suspenso...
O Mundo estava pronto. Preparado. Cada coisa na posição certa à espera do início. O Sol, a Lua, as marés... tudo esperava.
O Mundo inteiro estava preparado e suspenso.
Era a isso que se agarrava. Ao tempo suspenso...
7.8.12
Faltas
Não se sente a falta do que não se tem.
Ela pelo menos não a sentia... Sentia sim que precisava de respirar e de reconquistar.. Pensando bem não havia nada que reconquistar, só um espaço vazio que precisava de preencher.
O problema é que para encher o espaço, ela só queria o que antes lá estava, porque mesmo que não fosse perfeito, era a perfeição naquilo que ela pensava que era.
"It's an idea in your head"... talvez... e talvez a ideia mude. As ideias mudam? Ou mudam as pessoas... as vontades?
Não importa agora... importa que o que existia deixou de existir e por muito que as coisas boas da sua vida se mantivessem e até novas fossem aparecendo, ela perdeu uma parte, uma peça que encaixava e que não sabe como substituir.
Não se sente a falta do que não se tem, mas sente-se a falta do que se tinha e agora não se tem... isso sim... dói.
Ela pelo menos não a sentia... Sentia sim que precisava de respirar e de reconquistar.. Pensando bem não havia nada que reconquistar, só um espaço vazio que precisava de preencher.
O problema é que para encher o espaço, ela só queria o que antes lá estava, porque mesmo que não fosse perfeito, era a perfeição naquilo que ela pensava que era.
"It's an idea in your head"... talvez... e talvez a ideia mude. As ideias mudam? Ou mudam as pessoas... as vontades?
Não importa agora... importa que o que existia deixou de existir e por muito que as coisas boas da sua vida se mantivessem e até novas fossem aparecendo, ela perdeu uma parte, uma peça que encaixava e que não sabe como substituir.
Não se sente a falta do que não se tem, mas sente-se a falta do que se tinha e agora não se tem... isso sim... dói.
24.7.12
17.7.12
11
O dia 17 de Julho faz-me sempre parar.
Há 11 anos atrás espreitei pela porta de um quarto na maternidade e vi um bebé de cara redonda vestido de amarelo.
Tinha as mãos fechadas e encostava-as entre as bochechas e os olhos. Mas estes estavam abertos. Era estranho ver um recém-nascido com os olhos abertos, mas aquele sempre os teve abertos e grandes.
O pai babava com aquele novelo amarelo ao colo. Nunca teve medo de lhe pegar, de ser desajeitado. Era dele... sempre foi dele e tudo era natural.
Lembro-me de ter dado um beijinho na mão que era metade do meu dedo mindinho e de ter saído... aliás... de termos saído todos com a sensação estranha de que a nossa vida tinha mudado.
O bebé não era nosso, não havia motivo para nos sentirmos assim.
Mas havia. A Mia tomou conta das nossas vidas e das nossas rotinas nos anos que se seguiram. Pensavamos logisticamente para que pudesse andar connosco para todo o lado. Revezavamo-nos quando chorava por causa dos dentes e das cólicas..
Foi um bebé, foi uma criança, uma menina e agora está quase pré-adolescente.
Faz hoje 11 anos que nasceu um ser-humano extraordinário que me tem ensinado a ser paciente, terna, atenta, protectora... a conhecer limites e a deixar que os testem... a Mia sempre me permitiu dar e ser mais, porque ela dá e é mais todos os dias.
Este ano pediu para ir a Florença porque queria ir a Itália comer pizzas e ver quadros... E o pai foi.
E quando lhe cantei os Parabéns de manhã "tanti aguri a te" riu-se, com aquele riso contagiante e disse "grazie" e rimo-nos as duas porque temos onze anos de vida uma da outra guardados dentro.
Parabéns sempre a ti Super-Pai que tudo fazes para que continue a ser fácil e lindo.
Grazie a ti pequena grande pessoa que mudaste a minha vida! Ti voglio tanti benne!
(Até 6ª)
Há 11 anos atrás espreitei pela porta de um quarto na maternidade e vi um bebé de cara redonda vestido de amarelo.
Tinha as mãos fechadas e encostava-as entre as bochechas e os olhos. Mas estes estavam abertos. Era estranho ver um recém-nascido com os olhos abertos, mas aquele sempre os teve abertos e grandes.
O pai babava com aquele novelo amarelo ao colo. Nunca teve medo de lhe pegar, de ser desajeitado. Era dele... sempre foi dele e tudo era natural.
Lembro-me de ter dado um beijinho na mão que era metade do meu dedo mindinho e de ter saído... aliás... de termos saído todos com a sensação estranha de que a nossa vida tinha mudado.
O bebé não era nosso, não havia motivo para nos sentirmos assim.
Mas havia. A Mia tomou conta das nossas vidas e das nossas rotinas nos anos que se seguiram. Pensavamos logisticamente para que pudesse andar connosco para todo o lado. Revezavamo-nos quando chorava por causa dos dentes e das cólicas..
Foi um bebé, foi uma criança, uma menina e agora está quase pré-adolescente.
Faz hoje 11 anos que nasceu um ser-humano extraordinário que me tem ensinado a ser paciente, terna, atenta, protectora... a conhecer limites e a deixar que os testem... a Mia sempre me permitiu dar e ser mais, porque ela dá e é mais todos os dias.
Este ano pediu para ir a Florença porque queria ir a Itália comer pizzas e ver quadros... E o pai foi.
E quando lhe cantei os Parabéns de manhã "tanti aguri a te" riu-se, com aquele riso contagiante e disse "grazie" e rimo-nos as duas porque temos onze anos de vida uma da outra guardados dentro.
Parabéns sempre a ti Super-Pai que tudo fazes para que continue a ser fácil e lindo.
Grazie a ti pequena grande pessoa que mudaste a minha vida! Ti voglio tanti benne!
(Até 6ª)
12.7.12
Não dá para não pensar em como tudo acaba.
Independentemente da duração, tudo acaba um dia. Por vezes esse dia em que tudo acaba é muito próximo daquele em que começa. Outras é bem longe.
Mas acaba. Tudo acaba.
Gostava de conseguir aceitar o "acabar" com a mesma facilidade com que aceito o "começar".
...
Depois há o tempo... e isso é toda uma outra (hi) estória...
Independentemente da duração, tudo acaba um dia. Por vezes esse dia em que tudo acaba é muito próximo daquele em que começa. Outras é bem longe.
Mas acaba. Tudo acaba.
Gostava de conseguir aceitar o "acabar" com a mesma facilidade com que aceito o "começar".
...
Depois há o tempo... e isso é toda uma outra (hi) estória...
29.6.12
True Story
"Somos o resultado ambulante de todas as dores, todas as desilusões, todos os erros, mentiras, omissões e fugas; todas as vezes que fomos mais e fomos menos do que gostamos de pensar que somos, somos o resultado sobrevivente - não poucas vezes a custo!- de todos os dias em que não conseguimos ser mais do que uma tentativa de não desiludir quem gosta ou gostou de nós. Muitas vezes falhamos, mas também somos muito isso. Correndo bem, conseguimos, muito de vez em quando, estar acima disso e adquirir até um certo brilho raro"
31.5.12
Porque metade de mim é amor...
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também
(Oswaldo Montenegro)
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também
(Oswaldo Montenegro)
30.5.12
Para o Bu...
Porque ouvi hoje no carro... porque esta música é tua e me fazes uma falta "danada"!
Volta!
Volta!
20.5.12
3.5.12
Ando fora... Aterrei quase há um mês e ainda não parei.
Muita coisa, muita vida.
O Devagar que tem África ficou lá apesar de tantas vezes tentar mantê-lo aqui. Não paramos, não páro.
Parar é morrer, é não deixar acontecer...
Mas vou abrandar e falar do que foi e do que foi maravilhosamente bom. Das saudades, do que fica, do que sai, do que se vê... Vou!
Muita coisa, muita vida.
O Devagar que tem África ficou lá apesar de tantas vezes tentar mantê-lo aqui. Não paramos, não páro.
Parar é morrer, é não deixar acontecer...
Mas vou abrandar e falar do que foi e do que foi maravilhosamente bom. Das saudades, do que fica, do que sai, do que se vê... Vou!
20.3.12
Partir...



A minha vida é de repente.
A ida a Moçambique não é de repente, mas a decisão para a viagem, a definição dos dias, os bilhetes, o passaporte que entretanto estava caducado, os vistos... tudo foi de repente.
Depois foi contar os dias e confesso que não os contei logo.
Só Domingo é que me apercebi que está quase e comecei a abrandar.
Claro que ainda não fiz a mala. Tenho toda uma noite amanhã para a fazer e preparar. Mas dentro está feita.
Viajar é ir. Ponto. Ir.
Pouco interessa o que se leva, interessa levarmo-nos, vazios para regressarmos cheios.
Oiço falar de Moçambique desde que nasci. Não há ninguém que não tenha ficado fascinado com o que tem aquela terra, aquelas cores. A minha expectativa é enorme, mas não me vou desiludir nem um bocadinho.
E depois há o pai e a mãezinhadrasta. Há um mundo que não conheço e que quero que comece a fazer parte. Quero gravar os cheiros e as sensações. O vento, o calor, a chuva se vier...
Quero tudo o que vier... Quero ir!
15.3.12
Ficar
Não saber.
Existem momentos em que não sei.
Não sei se é o ir, se é o ficar. Não sei ficar. Só sei andar...
Se me pedem para ficar, eu não sei. Não sei gerir inactividade e esperar que tudo aconteça. Não acredito na sorte. Acredito no merecimento ou na ausência dele.
"A sorte faz-se"... certo! Mas depois não há descanso, porque quero sempre fazer, estar, ir... e não sei parar. E não sei ficar.
E de tudo o que ficou de ontem é o que é... uma confusão de linhas que fazem planos, planos que nem sempre queremos... e por isso é que não fico. Porque ficar implica aceitar e feliz ou infelizmente, eu não aceito nada que me seja imposto...
E não é insegurança Bu... é incerteza mesmo... é não saber. E como não sei tenho de esperar até saber. E isso mata-me!
(Obrigada no entanto por tanto! xxxx's)
Existem momentos em que não sei.
Não sei se é o ir, se é o ficar. Não sei ficar. Só sei andar...
Se me pedem para ficar, eu não sei. Não sei gerir inactividade e esperar que tudo aconteça. Não acredito na sorte. Acredito no merecimento ou na ausência dele.
"A sorte faz-se"... certo! Mas depois não há descanso, porque quero sempre fazer, estar, ir... e não sei parar. E não sei ficar.
E de tudo o que ficou de ontem é o que é... uma confusão de linhas que fazem planos, planos que nem sempre queremos... e por isso é que não fico. Porque ficar implica aceitar e feliz ou infelizmente, eu não aceito nada que me seja imposto...
E não é insegurança Bu... é incerteza mesmo... é não saber. E como não sei tenho de esperar até saber. E isso mata-me!
(Obrigada no entanto por tanto! xxxx's)
6.3.12
Yap!
"I think music for me is one of the most healing art forms. Anybody can put a pair of headphones, and put a disc, put a record or whatever, and change their mood for the day"
29.2.12
Mesmo quando o mundo roda no sentido certo, acontecem coisas que nos fazem parar.
O parar para vermos o que temos ajuda a agradecer.
Nem sempre nos lembramos disso. De estarmos bem e de não termos, no fundo nada de grave nas nossas vidas.
Depois há aquelas notícias que nos enchem por dentro e que nos fazem sorrir sempre que pensamos nelas. Que nos animam os dias e nos fazem fazer planos e imaginar cenários fantásticos... e talvez seja por isso que quando nos retiram e nos dizem que não pode ser, doa...
Não quer dizer que fique tudo negro e que os dias escureçam. Há sempre coisas boas a acontecer e esta será novamente uma coisa fantástica que irá acontecer... mas não já. Essa é a parte que dói.
Mas passa. Um dia de cada vez. Era porque não tinha de ser. Agradecer e amanhã é outro dia!
O parar para vermos o que temos ajuda a agradecer.
Nem sempre nos lembramos disso. De estarmos bem e de não termos, no fundo nada de grave nas nossas vidas.
Depois há aquelas notícias que nos enchem por dentro e que nos fazem sorrir sempre que pensamos nelas. Que nos animam os dias e nos fazem fazer planos e imaginar cenários fantásticos... e talvez seja por isso que quando nos retiram e nos dizem que não pode ser, doa...
Não quer dizer que fique tudo negro e que os dias escureçam. Há sempre coisas boas a acontecer e esta será novamente uma coisa fantástica que irá acontecer... mas não já. Essa é a parte que dói.
Mas passa. Um dia de cada vez. Era porque não tinha de ser. Agradecer e amanhã é outro dia!
19.2.12
13...
Faz hoje 13 anos que numa mesa de um café jurámos ser amigas para sempre.
Pensando que 13 anos são uma vida, quero dizer que a minha sem vocês seria indiscutivelmente mais triste, cinzenta e sem brilho.
Dizer-vos que ter-vos comigo me anima os dias e me faz dar gargalhadas, ser mais forte e sentir-me mais.
Agradecer-vos o carinho, a amizade, o amor e a dedicação... o exemplo de mulheres Magníficas que são.
Love you sempre e para sempre!
(A lamechice com esta intensidade só é permitida hoje! ;))
9.2.12
Espaços
Sempre fui eu.
Sempre gostei de ser eu.
Não que não gostasse que os outros fossem um bocadinho meus e eu um bocadinho dos outros.
No entanto, esses bocadinhos vão entrando devagar (lá está outra vez uma realidade diferente). Não é fácil quando somos nós, abrirmos uma porta que permita a entrada de outro (s).
Somos comodistas. Somos individualistas. Eu sou... não numa carga excessiva, mas gosto do meu espaço e do meu tempo... dos meus tempos.
É por isso que permitir-te a entrada tem sido um processo admirável. Não sei se pelo tempo que respeitas, se pelo espaço que me deixas manter... A porta está aberta. Tu entras e sais sem que eu tenha de dizer-te para o fazeres ou tenha qualquer necessidade de a fechar. Ou para te prender dentro, ou para te impedir a entrada.
E gostar de ti tem disto. Gostar de estar em casa... em todos os sentidos que ela tem! :)
2.2.12
Penso...
Penso que quando enchemos por dentro sem esperar, é o momento de pararmos para agradecer.
E são muitas as coisas a agradecer... o engraçado é que duas são segredo.
O segredo não impede o sorriso rasgado e os passos certos, ainda que num caminho incerto.
Sermos felizes é juntar momentos felizes.
Ando a coleccioná-los!
Basta (s) -me! :)
E são muitas as coisas a agradecer... o engraçado é que duas são segredo.
O segredo não impede o sorriso rasgado e os passos certos, ainda que num caminho incerto.
Sermos felizes é juntar momentos felizes.
Ando a coleccioná-los!
Basta (s) -me! :)
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