19.6.11
14.6.11
4.6.11
A minha Catarina a começar a mudar o mundo!
A minha "mana emprestada", o meu apêndice! O meu orgulho! Obrigada sempre e todos os dias pelo teu exemplo e pelo amor que pões em tudo o que fazes! Obrigada! Mil vezes obrigada!
1.6.11
vício... a ouvir em loop
"coração não é tão simples quanto pensa/nele cabe o que não cabe na dispensa..." (qui fofo!)
29.5.11
Mais uma volta ao Sol...
21.5.11
20.5.11
Cenas II
17.5.11
16.5.11
I belive
I believe
I believe
I believe
I believe the love you talk about with me
is it true, do I care
honestly, you can try to wipe the memories aside
but it's you that you erase
'cause there's no place that I could be without you
it's too far to discard the life I once knew
honestly, all the weather storms are bringing
are just a picture of my dreams
'cause when I think of you as mine
and allow myself with time
to lead into the life we want
I feel loved, honestly
I feel loved, this honestly
I believe you mean the best that life can bring
I believe in it all
honestly, you can try
your heart is just as long as mine
is it ours to let go
'cause there's no place that I could be without you
it's too dark to discard the life I once knew
honestly, a single wrong is not enough
to cover up the pain in us
'cause when I think of you as mine
and allow myself with time
to lead into the life we want
I feel loved, honestly
I'll make a joke so you must laugh
I'll break your heart so you must ask
is this the way to get us back
I don't know, honestly
I don't know, this honestly
there's no place that I could be without you
honestly
there's no place that I could be without you
there's no place that I could gleam without you
there's no place that I could dream without you
there's no place that I could be without you
honestly
3.5.11
1.5.11
Adormecer em Lisboa...
... Chove desde 6ª feira.
6ª feira foi um dia estranho de fins e recomeços. A trovoada caíu em seco muitas horas.
Quando saí de Lisboa para casa, levava sacos e a Bennie. Na marginal choveu como se o céu fosse efectivamente cair-me na cabeça.
Não caiu. Nesta coisa estranha de passar os dias a tolerar a chuva, de repente surgiu a altura de voltar a mais uma casa minha...
Estou a aprender a gostar de adormecer em Lisboa. Estou a aprender a gostar de ver o topo dos prédios da janela.
Estou a aprender a gostar de gostar deste espaço que tem um quarto, que é o quarto do meio, que é um bocadinho meu...
6ª feira foi um dia estranho de fins e recomeços. A trovoada caíu em seco muitas horas.
Quando saí de Lisboa para casa, levava sacos e a Bennie. Na marginal choveu como se o céu fosse efectivamente cair-me na cabeça.
Não caiu. Nesta coisa estranha de passar os dias a tolerar a chuva, de repente surgiu a altura de voltar a mais uma casa minha...
Estou a aprender a gostar de adormecer em Lisboa. Estou a aprender a gostar de ver o topo dos prédios da janela.
Estou a aprender a gostar de gostar deste espaço que tem um quarto, que é o quarto do meio, que é um bocadinho meu...
29.4.11
Hoje...
Era só que não chegasse nunca, ou que o dia de hoje daqui a um ano fosse amanhã.
Era só! Obrigada...
Era só! Obrigada...
22.4.11
21.4.11
19.4.11
14.4.11
cenas que não entendo (I)
- "Então? Novidades?"
- "Então... Separei-me!"
- "Como assim?"
- "Separei-me."
...
Pronto! Já não percebo nada das relações entre as pessoas... a sério que não!
Como é que se acredita quando tudo é cor-de-rosa e perfeito e blá, blá, blá, e de repente se descarta?? Porque sim, porque não, por causa de A, de B, de C,...
Porque é que as pessoas não se responsabilizam pelas crises, pelo deixar de gostar? Porque é que a culpa é sempre dos outros, ou então "não sei explicar, mas já não consigo estar contigo/com ela/ele!"... Não sei explicar? Como não sei explicar?...
A sério... ainda estou a digerir isto que ele me contou no sábado... e ainda não consigo engolir...
E não percebo... a sério que não percebo...
- "Então... Separei-me!"
- "Como assim?"
- "Separei-me."
...
Pronto! Já não percebo nada das relações entre as pessoas... a sério que não!
Como é que se acredita quando tudo é cor-de-rosa e perfeito e blá, blá, blá, e de repente se descarta?? Porque sim, porque não, por causa de A, de B, de C,...
Porque é que as pessoas não se responsabilizam pelas crises, pelo deixar de gostar? Porque é que a culpa é sempre dos outros, ou então "não sei explicar, mas já não consigo estar contigo/com ela/ele!"... Não sei explicar? Como não sei explicar?...
A sério... ainda estou a digerir isto que ele me contou no sábado... e ainda não consigo engolir...
E não percebo... a sério que não percebo...
5.4.11
A ser desenvolvido...
"Do primeiro amor gosta-se mais, dos outros gosta-se melhor" (Antoine Saint-Exupéry)
31.3.11
car crash
Pela primeira vez na vida e depois de 10 anos e alguns meses de carta, bati. Sim... foi o primeiro (espero que o ÚNICO) acidente que tive. Não foi grave e foi estúpido. Naquelas situações de pára/arranca, apesar de toda a distância de segurança que guardo, e por muito que pense que a Sra. não tinha de ter travado, bati! Parti o pára-choques do carro da frente e o meu ficou "magoado" à frente. O meu é quase lego, partes de plástico... mas doeu-me. Eu que sempre fui tão cuidadosa, hoje falhei.
Portei-me lindamente, declaração amigável, dados, etc... quando me meti no carro para vir para o escritório tive um ataque de choro como há muito não tinha. Nervos, raiva (minha!), etc... tudo ao mesmo tempo!
Ao que parece, de todas as pessoas com quem falei, eu era a única que nunca tinha tido pelo menos um acidente... "és uma betinha!"; "Devias ter tido os acidentes todos quando todas as pessoas têm!"... enfim... no meio de tudo isto não foi nada, não há crise... agradecer a todos o apoio, mesmo lamechas e frágil como me assumo hoje! Obrigada!
27.3.11
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